Quem dera o olhar do beija-flor, pudesse ser o nosso olhar.
O mundo não seria mais o mesmo.
Parar no ar, parar com tudo e olhar a delicadeza de cada pétala, a energia vibrante das cores, o detalhe das formas.
Sugar o doce néctar da poesia escrita pela própria natureza.
Quando alguém ama, ganha asas para ver um mundo diferente, e tem não apenas os olhos, mas a alma flutuando ao lado da flor da pessoa amada.
SOBRE O AUTOR
Pedro Marodin nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul em 17 de novembro de 1963. Escritor independente, publicou as seguintes obras: Ermitagem (1988), Sexo das Flores (1990), O Grande Minerador (1994), Buquê de Flores (1999), Diário de um Poeta Pé na Estrada (2004), Sem Meias Palavras (2007), Triskel (2009), Toninho Pescador (2009), Vinte e Um (2010), O Coração Humano – Uma Leitura Clínica Poética (2011), Circense (2012), Cadê a Bronca? (2015), A Porta (2018), Preconceito Linguístico – Os Perigos na Gravidez da Língua Mãe (2019), Haicai da Redenção (2025)

